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ESTATÍTICAS
APCM colabora na apreensão de mais de 25 milhões de CDs e DVDs piratas no País 
As ações para a retirada de mídias piratas do comércio ilegal aconteceram durante todo o ano de 2010
São Paulo, janeiro de 2011 – A Associação Antipirataria Cinema e Música (APCM) registra diariamente os números em relação à pirataria física e virtual (internet) em todo o País. Por meio das apreensões realizadas pelas Autoridades Públicas, com apoio dos agentes da Associação, foi possível retirar do comércio ilegal do País 25.596.836 CDs e DVDs piratas durante o ano de 2010, 0,5% a mais se comparado ao mesmo período do ano anterior.


As 3.455 ações realizadas para o combate à pirataria tiveram uma peculiaridade: o aumento de apreensões de DVDs de filmes, já que o número ultrapassa a marca de 19 milhões, 18% a mais que os doze meses do ano passado, onde foram apreendidas 18.950.482 mídias.


Outro importante dado que demonstra um avanço nas ações de combate à pirataria é o número de pessoas condenadas por violação de direito autoral, crime disposto no art. 184 e parágrafos do Código Penal Brasileiro; também no ano de 2010 foram constatadas 534 condenações em todo o País, 110,2% a mais que o ano passado.


A pirataria também é combatida na internet, por meio de um departamento específico da APCM, que faz o monitoramento de sites onde se oferece conteúdo sem proteção à propriedade intelectual. Em 2010, foram solicitadas as retiradas de 1.329.142 links de filmes e músicas, 0,44% a mais que 2009. Dentre os conteúdos retirados pelos provedores estavam 24.637 de conteúdo ilegal disponibilizado por meio de sites de torrents (P2P), 255.626 de blogs, 55.111 postagens em fóruns de redes sociais, que continham conteúdo ilegal disponível na internet para download.


Os setores
O setor fonográfico tem 65% de seu mercado tomado pela pirataria o que já ocasionou, nos últimos anos, a perda de mais de 80 mil empregos formais e uma queda de mais de 50% no faturamento do setor. Além disso, mais de 3,5 mil pontos de vendas legalizados já foram fechados no País e a estimativa com a perda em arrecadação de impostos já ultrapassa os R$ 500 milhões anuais. Todo este prejuízo também afetou diretamente os artistas, já que as gravadoras reduziram em mais de 50% os lançamentos de produtos nacionais e a contratação de artistas locais.


O setor fonográfico nacional sofreu muito nos últimos dez anos com a pirataria, tanto aquela tradicional de CDs e DVDs de música, como com a praticada por meio da Internet, através principalmente de redes P2P e disponibilização em sites, blogs e redes sociais, de links para conteúdo hospedado em serviços de armazenamento virtual conhecidos como “cyber-lockers”. O faturamento das principais empresas do setor (do atacado ao varejo) caiu de R$ 1,1 Bilhões em 1997, para aproximadamente R$ 360 Milhões em 2009. A boa notícia é que desde 2007 este faturamento parou de cair e apresenta algum crescimento anualmente, ainda que pequeno. A outra boa notícia é que o mercado digital de música, tanto pela Internet como pelas redes de telefonia móvel, vem puxando esta recuperação, devendo representar mais de 20% das receitas neste ano de 2011.
Fonte: ABPD (Associação Brasileira dos Produtores de Discos)


No setor audiovisual as estatísticas não são muito diferentes, no ano de 2006, por exemplo, mesmo o mercado lançando cerca de 1,7 mil títulos de filmes em DVD e um faturamento de mais de R$ 700 milhões em bilheteria de cinema no Brasil, ainda perde com pirataria, pois 59% dos DVDs comercializados não são originais. As perdas mundiais com pirataria, para os estúdios de cinema, são de US$ 6,1 bilhões, desse número, os estúdios deixam de ganhar, em vendas, na América Latina, o valor de US$ 1 bilhão, o que representa 16,9% do total do prejuízo mundial. A cópia de filmes piratas (39%) e o download pela internet (38%) são os grandes responsáveis pela perda da indústria.
Segundo pesquisa realizada pelo Instituto IPSOS no ano de 2010 a pirataria no setor audiovisual causa prejuízos no PIB brasileiro da ordem de R$ 3.5 bilhões ano, o que gera redução na arrecadação de impostos aproximadamente R$ 976 milhões e a não geração de 96 mil empregos.São números assustadores, que pedem sua imediata redução como forma de o Brasil ingressar de vez no grupo das nações mais desenvolvidas.
Fonte: MPA – AL (Motion Picture Association América Latina)

 

Mais de 38 milhões de CDs e DVDs apreendidos até outubro desse ano 

A Associação Antipirataria Cinema e Música (APCM) registra diariamente os números em relação à pirataria física em todo o País. Por meio das apreensões realizadas pelas Autoridades Públicas, com apoio dos agentes da Associação, foi possível retirar do comércio ilegal do País mais de 38 milhões de CDs, DVDs piratas e virgens de janeiro à outubro desse ano. Foram 2.810 operações realizadas, sendo 2.274 em ruas e feiras, 111 laboratórios, 62 depósitos, 28 videolocadoras e 335 estabelecimentos comerciais.

Os setores

O setor fonográfico tem 65% de seu mercado tomado pela pirataria o que já ocasionou, nos últimos anos, a perda de mais de 80 mil empregos formais e uma queda de mais de 50% no faturamento do setor. Além disso, mais de 3,5 mil pontos de vendas legalizados já foram fechados no País e a estimativa com a perda em arrecadação de impostos já ultrapassa os R$ 500 milhões anuais. Todo este prejuízo também afetou diretamente os artistas, já que as gravadoras reduziram em mais de 50% os lançamentos de produtos nacionais e a contratação de artistas locais.


No setor audiovisual as estatísticas não são muito diferentes, no ano de 2006, por exemplo, mesmo o mercado lançando cerca de 1,7 mil títulos de filmes em DVD e um faturamento de mais de R$ 700 milhões em bilheteria de cinema no Brasil, ainda perde com pirataria, pois 59% dos DVDs comercializados não são originais. As perdas mundiais com pirataria, para os estúdios de cinema, são de US$ 6,1 bilhões, desse número, os estúdios deixam de ganhar, em vendas, na América Latina, o valor de US$ 1 bilhão, o que representa 16,9% do total do prejuízo mundial. A cópia de filmes piratas (39%) e o download pela internet (38%) são os grandes responsáveis pela perda da indústria.

 

APCM colabora na apreensão de mais de 45 milhões de CDs e DVDs piratas e virgens no País 
As ações para a retirada de mídias piratas do comércio ilegal aumentou 10,66% em relação ao ano passado
São Paulo, janeiro de 2010 – A Associação Antipirataria Cinema e Música (APCM) registra diariamente os números em relação à pirataria física e virtual (internet) em todo o País. Por meio das apreensões realizadas pelas Autoridades Públicas, com apoio dos agentes da Associação, foi possível retirar do comércio ilegal do País 45.538.802 de CDs, DVDs piratas e virgens durante o ano de 2009, 10,66% a mais se comparado ao mesmo período do ano anterior.



As 3.371 ações realizadas para o combate à pirataria tiveram uma peculiaridade: o aumento de apreensões de DVDs de filmes, já que o número ultrapassa a marca de 13 milhões, 48,08% a mais que os doze meses do ano passado, onde foram apreendidas 8.808.936 mídias.


Outro importante dado que demonstra um avanço nas ações de combate à pirataria é o número de pessoas condenadas por violação de direito autoral, crime disposto no art. 184 e parágrafos do Código Penal Brasileiro; também no ano de 2009 foram constatadas 254 condenações em todo o País, 30% a mais que o ano passado.



A pirataria também é combatida na internet, por meio de um departamento específico da APCM, que faz o monitoramento de sites onde se oferece conteúdo sem proteção à propriedade intelectual. Em 2009, foram solicitadas as retiradas de mais de 1.262.710 links de filmes e músicas, 169,03% a mais que 2008. Dentre os conteúdos retirados pelos provedores estavam 55.384 de conteúdo ilegal disponibilizado por meio de sites de torrents (P2P), 382.216 de blogs, 15.865 postagens em fóruns de redes sociais, que continham conteúdo ilegal disponível na internet para download.



APCM


A APCM, com sede em São Paulo, substituiu as antigas Associações Protetoras dos Direitos Intelectuais, a Apdif do Brasil (Fonográfico) e Adepi (Audiovisual), respectivamente os braços operacionais de combate à falsificação da indústria fonográfica (ABPD) e da indústria de cinema e vídeo (MPA) e tem como objetivo principal a defesa dos direitos de propriedade intelectual, o fomento aos estudos e ações pertinentes ao combate à violação destes direitos e a defesa dos interesses de seus associados junto às autoridades policiais, governamentais e judiciais, em todo o território nacional.



Os setores



O setor fonográfico tem 48% de seu mercado tomado pela pirataria o que já ocasionou, nos últimos anos, a perda de mais de 80 mil empregos formais e uma queda de mais de 50% no faturamento do setor. Além disso, mais de 3,5 mil pontos de vendas legalizados já foram fechados no País e a estimativa com a perda em arrecadação de impostos já ultrapassa os R$ 500 milhões anuais. Todo este prejuízo também afetou diretamente os artistas, já que as gravadoras reduziram em mais de 50% os lançamentos de produtos nacionais e a contratação de artistas locais.


No setor audiovisual as estatísticas não são muito diferentes, no ano de 2006, por exemplo, mesmo o mercado lançando cerca de 1,7 mil títulos de filmes em DVD e um faturamento de mais de R$ 700 milhões em bilheteria de cinema no Brasil, ainda perde com pirataria, pois 59% dos DVDs comercializados não são originais. As perdas mundiais com pirataria, para os estúdios de cinema, são de US$ 6,1 bilhões, desse número, os estúdios deixam de ganhar, em vendas, na América Latina, o valor de US$ 1 bilhão, o que representa 16,9% do total do prejuízo mundial. A cópia de filmes piratas (39%) e o download pela internet (38%) são os grandes responsáveis pela perda da indústria.

 

APCM colabora na apreensão de mais de 35 milhões de CDs e DVDs piratas e virgens no País 
As ações para a retirada de mídias piratas do comércio ilegal aconteceram nos primeiros nove meses do ano
São Paulo, dezembro de 2009 – A Associação Antipirataria Cinema e Música (APCM) registra diariamente os números em relação à pirataria física e virtual (internet) em todo o País. Por meio das apreensões realizadas pelas Autoridades Públicas, com apoio dos agentes da Associação, foi possível retirar do comércio ilegal do País mais de 35 milhões de CDs e DVDs piratas e virgens nos nove primeiros meses do ano, 17% a mais se comparado ao mesmo período do ano anterior.

As 2.637 ações realizadas para o combate à pirataria tiveram uma peculiaridade: o aumento de apreensões de DVDs de filmes, já que número ultrapassa a marca de 10 milhões, 70% a mais que os nove primeiros meses do ano passado, onde foram apreendidas 5.875.290 mídias.

Para o Diretor Executivo da APCM, Antonio Borges Filho, é de fundamental importância a integração das entidades e comunidades para combater a pirataria: “Trabalhamos atualmente em três vertentes, a educativa, a repressiva e a econômica, porém é importante ressaltar que todas elas precisam da participação direta da sociedade, tanto realizando denúncias, por meio do site da APCM, ou diretamente às autoridades, quanto não alimentando o comércio ilegal de produtos piratas”.

Outro importante dado que demonstra um avanço nas ações de combate à pirataria é o número de pessoas condenadas por violação de direito autoral, crime disposto no art. 184 e parágrafos do Código Penal Brasileiro; de janeiro a setembro deste ano, foram constatadas 212 condenações em todo o País.

APCM
A APCM, com sede em São Paulo, substituiu as antigas Associações Protetoras dos Direitos Intelectuais, a Apdif do Brasil (Fonográfico) e Adepi (Audiovisual), respectivamente os braços operacionais de combate à falsificação da indústria fonográfica (ABPD) e da indústria de cinema e vídeo (MPA) e tem como objetivo principal a defesa dos direitos de propriedade intelectual, o fomento aos estudos e ações pertinentes ao combate à violação destes direitos e a defesa dos interesses de seus associados junto às autoridades policiais, governamentais e judiciais, em todo o território nacional.

Josiane Delfino | Comunicação

 

APCM colabora na apreensão de mais de 24 milhões de CDs e DVDs piratas no País 
As ações para a retirada de mídias piratas do comércio ilegal aconteceram durante o primeiro semestre de 2009
São Paulo, 02 de julho de 2009 – A Associação Antipirataria Cinema e Música (APCM) registra diariamente os números em relação à pirataria física e virtual (internet) em todo o País. Por meio das apreensões realizadas pelas Autoridades Públicas, com informações e denúncias dos agentes da associação, foi possível retirar do comércio ilegal de todo o território nacional mais de 24 milhões de CDs e DVDs piratas e virgens no primeiro semestre de 2009, um aumento de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior, onde foram apreendidas 21.881.162 mídias.



As 1.463 operações realizadas para o combate à pirataria tiveram uma peculiaridade: o aumento de apreensões de DVDs de filmes, o número ultrapassa a marca de 7,1 milhões de unidades, mais que o dobro nos seis primeiros meses do ano.



O ranking em relação às regiões brasileiras sofreu uma pequena alteração: a Região Centro – Oeste subiu uma posição, invertendo com a Nordeste, que agora está em quarto lugar. A liderança continua com a Região Sul com 11.643.891 CDs e DVDs piratas e virgens, em segundo a Região Sudeste com 8.811.693, em terceiro a Região Centro Oeste com 2.551.070, em quarto a Região Nordeste com 1.316.181, e em último a Região Norte com 391.469 mídias piratas apreendidas. Outro importante fator para os setores são as pessoas condenadas por violação de direito autoral, disposto no art. 184 do Código Penal Brasileiro, no primeiro semestre, 146 pessoas foram condenadas.




Para o coordenador jurídico da APCM, Tiago Sayão de Aguiar, a verificação do aumento na quantidade de material apreendido (comparação com o mesmo período do ano passado: aumento aproximado de 10%) demonstra a continuidade dos trabalhos na vertente repressiva. O maior desafio agora, e prioridade do Conselho Nacional de Combate à Pirataria é o trabalho na vertente educativa, cujos efeitos só poderão ser notados a longo prazo”.


APCM
A APCM, com sede em São Paulo, substituiu as antigas Associações Protetoras dos Direitos Intelectuais, a Apdif do Brasil (Fonográfico) e Adepi (Audiovisual), respectivamente os braços operacionais de combate à falsificação da indústria fonográfica (ABPD) e da indústria de cinema e vídeo (MPA) e tem como objetivo principal a defesa dos direitos de propriedade intelectual, o fomento aos estudos e ações pertinentes ao combate à violação destes direitos e a defesa dos interesses de seus associados junto às autoridades policiais, governamentais e judiciais, em todo o território nacional.


Os setores

O setor fonográfico tem 48% de seu mercado tomado pela pirataria o que já ocasionou, nos últimos anos, a perda de mais de 80 mil empregos formais e uma queda de mais de 50% no faturamento do setor. Além disso, mais de 3,5 mil pontos de vendas legalizados já foram fechados no País e a estimativa com a perda em arrecadação de impostos já ultrapassa os R$ 500 milhões anuais. Todo este prejuízo também afetou diretamente os artistas, já que as gravadoras reduziram em mais de 50% os lançamentos de produtos nacionais e a contratação de artistas locais.


No setor audiovisual as estatísticas não são muito diferentes, no ano de 2006, por exemplo, mesmo o mercado lançando cerca de 1,7 mil títulos de filmes em DVD e um faturamento de mais de R$ 700 milhões em bilheteria de cinema no Brasil, ainda perde com pirataria, pois 59% dos DVDs comercializados não são originais. As perdas mundiais com pirataria, para os estúdios de cinema, são de US$ 6,1 bilhões, desse número, os estúdios deixam de ganhar, em vendas, na América Latina, o valor de US$ 1 bilhão, o que representa 16,9% do total do prejuízo mundial. A cópia de filmes piratas (39%) e o download pela internet (38%) são os grandes responsáveis pela perda da indústria.




APCM News
jdelfino@apcm.org.br